• Pediatherapies

A Terapia Ocupacional e a Integração Sensorial no auxílio à seletividade alimentar.

Um dos motivos da seletividade alimentar se dá pelas diferentes texturas dos alimentos. Essa texturas, em muitas crianças, causam estranhamento, algo que não deve ser comparado com "frescura", pois muitas destas crianças não conseguem processar de forma adequada os estímulos táteis que chegam nos receptores que estão em sua pele. 



PROCESSO DO ESTÍMULO

O estímulo chega até o receptor e envia comandos ao cérebro; porém, tais comandos ou conexões, quando em contato com o cérebro, não se estabelecem e o estímulo não é captado pela região do córtex (onde ele seria processado adequadamente).


QUAL É O PAPEL DA INTEGRAÇÃO SENSORIAL NESTA SITUAÇÃO?

É através da integração sensorial que atividades são propostas, de modo a trabalhar e aguçar estes estímulos na criança. Os estímulos se tornam dados que, uma vez associados a outros estímulos sensoriais, contribui para que o cérebro tenha informações suficiente para mandar estes comandos ao córtex.

A Pediatherapies conta com duas salas de integração sensorial, além de um jardim sensorial. Nossos profissionais propõe diferentes atividades terapêuticos que atuam diretamente nestes estímulos necessários para a criança. À primeira vista pode parecer estranho, mas uma atividade em equipamentos suspensos como um balanço, por exemplo, são indispensáveis neste processo.


Faz-se importante frisar que os estímulos são ofertados à criança de forma gradual, partindo sempre do que é tolerável para a criança e avançando sempre a cada desafio cumprido. Muitas vezes a comida entra na atividade terapêutica, após a criança estar mais familiarizada com o maior tipo de texturas possíveis já apresentadas em atividades anteriores.


Exemplo: algumas crianças, por incrível que pareça, possuem aversão ao sorvete devida a sua textura, mesmo o paladar aceitando bem o sabor. Diante desta realidade, atividades são propostas à criança com texturas táteis que possam, de alguma forma, se assemelhar ao sorvete, como, por exemplo, manusear argila. Uma vez que a criança perde aquela sensação de estranheza no tato, há uma primeira tentativa de experimentar a textura para o paladar, no caso, o sorvete.


Aqui na Pediatherapies, todos estes estímulos são realizados, através de outro estímulo que toda criança ama: o brincar. Tendo o brincar como principal ferramenta, as atividades terapêuticas propostas passam a ser um mecanismo eficiente para a obtenção de êxitos, pois a criança se sente mais confortável e motivada através de uma atividade lúdica. 


Se você identificou este quadro no seu filho, converse com um dos nossos terapeutas.


Por: Ana Flávia (Terapeuta Ocupacional)





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